Viver intensamente ou andar com o “freio de mão da sociedade” puxado?

Imagem4Muitos me perguntam porque sou tão intenso em minhas decisões e tomadas de atitude e eu, sem a menor trava, respondo: Porque não existe um dia igual ao outro e não há tempo na vida para desperdiçarmos. Cada segundo vivido, é um segundo a menos que você tem na sua passagem pelo planeta. Então, porque não se jogar de cabeça e deixar que a mente e o corpo obedeçam? Se jogar de cabeça, não significa ser burro, hein! Não confundam as coisas.

Quando você mergulha em um rio ou mar que você nunca foi, você nunca vai muito fundo. Procura não ir muito longe, porque conhecer onde você está pisando pela primeira vez é fundamental para que possa ir além de onde você imaginou/planejou posteriormente. Funciona como num relacionamento. Você pode entrar de cabeça, mas não vai fundo, mergulha e conhece um pouco mais da pessoa, até que se sente confortável para um “apineia eterna”. E tem que ser assim mesmo! Confesso que sou, algumas muitas vezes, pessimista e tendo a não confiar e acreditar nas pessoas, mas isso veio com o tempo de aprendizado e de sofrimentos. Quando você é como eu e outras milhares de pessoas que já apanharam da vida mais que um amador entrando no ringue com o Vitor Belfort (rs), você cria a tal da “carapaça”.

Não se iluda, a sociedade impõe que você seja heterossexual, solteiro, feliz, bêbado, viajante, pegador, tenha um carro zero km e um “ap” em Ipanema… Confesso que é tentador! Mas não gosto que imponham nada a mim e se assim a sociedade o fizer, eu irei contra ela. Vejam bem, não sou do contra, mas não gosto que me digam o que tenho que fazer e como tenho que fazer. Quem disse que alguém que namora e viaja, que passou a vida sossegado e sem pegação, que não bebe, anda de ônibus e tem um ap na Tijuca, não é feliz?

Seja solteiro ou casado, pegador ou comportado, baladeiro ou caseiro, rico ou pobre, heterossexual ou homossexual, visionário ou “pé no chão”, mas seja você. E, sobretudo, seja feliz da sua forma.

“Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade” ANDRADE, Carlos Drummond.

Acho que todos fazemos escolhas e, com toda certeza do mundo, eu digo que não existe uma certa e uma errada. Apenas a sua. Seja você e esqueça esse “freio de mão da sociedade”. Afinal, quem gosta de freio, nunca vai conhecer os prazeres da velocidade e sentir a adrenalina percorrendo seu corpo.

Um friozinho na barriga, às vezes, cai bem! 😉

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