Video Games: Porque nos viciamos?

imagem de game - Game OverMinecraft, GTA, Fifa… Playstation, Xbox, Nintendo… Video Game: Porque nos viciamos? Essa é a pergunta! Quem nunca ouviu uma bronca da mãe por estar muito tempo na frente da TV com um joystick na mão? Porque perdemos a noção do tempo quando estamos jogando ou deixamos tarefas de lado, simplesmente, porque não conseguimos apertar o botão ‘off’ do console?

Talvez a ciência consiga explicar isso, mas uma coisa é certa: jogar é muito bom, mas com moderação é claro.

Estudos publicados pela revista Neurology Now apontam dados que mostram que os games podem afetar a mente dos jovens. O certo é que tudo em excesso faz mal e isso não é diferente com o mundo dos games.

Cena de Southpark - Gamer jogando

Cena de Southpark

Diretamente ligado à dopamina, um neurotransmissor responsável por funções notáveis do nosso corpo como: memória, humor, atenção, sono, movimento, entre outros. Jogar trás ao jogador a sensação de bem estar, relaxamento, bom humor, além daquele sentimento de recompensa ao concluir cada nível. Em vias de comparação, jogar é tão prazeroso quanto comer chocolate ou fazer sexo. Isso por que após alguns minutos de jogatina o seu corpo começa a liberar dopamina, daí aquela sensação de prazer.

Mas se está bom, por que parar?

A cada nível que você conclui você se sente mais relaxado, feliz e de bom humor, a sensação de recompensa só aumenta cada vez que você chega mais próximo do fim do jogo, mas porque devemos moderar nossa jogatina?

Assim como qualquer outro vício, os video games trazem seus malefícios. Em excesso, podem trazer reclusão social, que é quando o jogador troca a vida real pela virtual, preferindo estar sozinho em seu quarto à curtir um dia de sol na praia. Sem contar que ficar olhando muito tempo para a telinha causa cansaço mental e visual. E nas crianças pode ocasionar mau desenvolvimento, por falta de exercícios. Mas é claro, nessa balança existem dois lados, assim como há os malefícios, os games também trazem consigo os benefícios. Jogos mais complexos, por exemplo, jogos que exigem total atenção aos detalhes por parte do player, influenciarão diretamente em sua forma de resolver quebra cabeças, no seu poder de concentração e raciocínio lógico, isso tudo sem contar no desenvolvimento motor, agilidade e pensamento.

Considerações finais

Como consideração final podemos dizer que tudo em excesso faz mal, assim como a Vitamina C presente em diversos alimentos, frutas e remédios trás benefícios para o 7482853.gamescalcinha_225_300corpo, em excesso a mesma pode causar cálculo renal. Não é diferente nos jogos. Cabe a cada um nivelar a dose certa sem esquecer do mundo que existe lá fora. Alguns pesquisadores comparam o efeito dos games ao efeito de drogas (legais e ilegais) no organismo. Talvez a comparação seja exagerada, mas pensando por esse lado, talvez seja verdade. O fato é que não queremos que nossos jogos e consoles venham com um aviso na parte de trás como acontece nos cigarros. Por isso, vamos sempre jogar, mas com moderação.

Editado por Vitinhu Costa e redigido por Grandão.

 

 

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