Pantera Negra | Enredo, História e um Filmão da Porra

Pantera Negra

Pantera Negra

Confesso que demorei a ver o tal do Pantera Negra e me distanciei da hype bizarra desse filme que é muito bom! Vamos falar um pouco do que ele trouxe as telonas e o que ele conquistou. Confira nossa Resenha do Pantera Negra!

Passado 3 semanas do filme, fui ver um dos filmes mais aclamados da Marvel, que os Marvelnatics tem a bizarra mania de dizer que é o melhor filme da Marvel de todos os tempos (Isso, até lançar o próximo). Contudo, o filme é realmente bom! Ele ficou no Top 3 na minha lista de Filmes da Marvel, só perdendo para Capitão América: Guerra Civil e Thor: Ragnarok. Mas vamos ao filme!

Pantera Negra trouxe um elenco composto por mais de 80% de negros. Algo que nunca foi feito ou levado as telas do cinema. E não foi só isso! O filme mostra uma crítica social fortíssima, além de uma leve “cutucada” nos EUA. O filme revela os segredos ocultos de Wakanda. Isso! Aquela cidade que ouvimos falar em Capitão América: Guerra Civil. Wakanda é a Eldorado do MCU! O filme aborda uma temática debatida em todo mundo e, quem sabe, em todo o universo. Ela fica escondida do resto mundo com medo que sua tecnologia e matéria-prima (vibranium) seja roubada. Na disputa Vibranium x Adamantium, temos um empate seguido de leve vantagem pro Adamantium, mas nada tão relevante. Os dois metais habitam o MCU e tem suas vantagens.

Pantera Negra

Pantera Negra

T’challa já conhecido por todos em Capitão América: Guerra Civil, onde ele veste a roupa de Pantera Negra pela primeira vez, após a morte de seu pai, T’chaka que morrera em um atentado onde os super-heróis assinaram o Tratado de Sokóvia. Isso mesmo! Aquela cidade de Vingadores 2: Era de Ultron! No filme, T’challa disputa o título de Pantera com outro líder de um clã que habita as montanhas chamado: Jabari e é comandado por M’Baku e é fundamental para o filme, já que ele salva T’challa quando ele sofre tentativa de assassinato de N’jadaka. Para quem leu os quadrinhos a história quase segue seu curso natural, mas nos quadrinhos, T’chaka morre, seu irmão assume e passa o trono/armadura para T’challa.

O Antagonista no filme é N’Jadaka ou Erik Killmonger Stevens, interpretado pelo maravilhoso Michael B. Jordan. Temos uma confusão (quadrinhos x Filme) quando no filme ele se passa por filho do irmão de T’chaka, que nos quadrinhos tem gana pelo poder, mas não tem força para conquistar e é derrotado por seu pai na disputa de título do Pantera.

O filme faz uma crítica social ao tratamento das comunidades Afro espalhadas pelo mundo e como uma civilização/estado/país/ planeta se esconde ao descobrir algum tipo de tecnologia muito avançado com medo dos americanos e sua intensa busca por ser o povo mais avançado em tecnologia do universo. Mal sabem eles, que Arshtar Sheran vai voltar! rs Brincadeiras a parte, o enredo foi bom, bem construído, gostei das cenas de ação, principalmente a que se passa na Coreia (Eu acho), onde usam carros para uma perseguição. T’challa está com ultra força e velocidade e a cena traz o clímax do herói. Além dela, temos a última cena, da batalha, onde N’jadaka duela com T’challa e os dois com armaduras de Pantera.

Ao final do filme, uma cena que pode representar muito, já que Wakanda vai ajudar as comunidades ao redor do mundo e duas cenas medianas pós-crédito. Uma deles num congresso da “ONU” e uma outra do Bucky que vai ser treinado pelas Dora Milaje e ganhar um braço novo. rs

Michael B Jordan como N'jadaka em Pantera Negra

Michael B Jordan como N’jadaka em Pantera Negra

Falado isso tudo, eu não poderia deixar de falar do empoderamento feminino que o MCU tem buscado e trazido para os filmes. Ainda vejo uma certa “elevação” do status masculino, com a grande maioria de super heróis sendo do sexo masculino. Em contrapartida, temos os dois exércitos mais fodas composto, somente, por mulheres. As Valquírias de Asgard e o exército Dora Milaje de Wakanda!

Parabéns a Marvel por esses grandes feitos! Mulheres são guerreiras a vida inteira para ter um dia somente para reverencia-las. No dia Internacional da Mulher, não deveríamos dar parabéns, mas pedir desculpas por uma vida inteira de medos e desrespeitos (Antes que eu receba uma chuva de e-mails, não generalizo e falo de todos os homens, mas a sua grande maioria). Que isso seja diferente daqui para frente e que tenhamos mais mulheres como protagonistas nos filmes de super heróis, para que a vida, em seu curso natural, imite a arte e seja mais uma forma de luta e combate ao machismo!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s